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Entenda a letalidade da pneumonia causada pelo coronavírus

Entenda a letalidade da pneumonia causada pelo coronavírus

 Olhando apenas para números absolutos, o novo coronavírus pode até passar como inofensivo: afinal, cerca de 80% dos pacientes de Covid-19 se recuperam sem necessidade de tratamento especializado. Pacientes dos grupos de risco – idosos, diabéticos, hipertensos, cardíacos e asmáticos –, no entanto, podem sofrer com os efeitos de uma forte pneumonia. Não à toa o nome oficial do novocoronavírus é Sars-CoV-2. Trata-se da sigla para “síndrome respiratória aguda grave por coronavírus 2” – da mesma família da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave), identificada em 2002.
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Aquela pneumonia que conhecemos, considerada comum, é bacteriana (causada por bactérias). Apesar de também poder ser perigosa – pois causa inflamação dos pulmões e aparecimento de pus nos sacos aéreos, dificultando a respiração –, seu tratamento é mais simples. Uma ou duas semanas de antibiótico podem resolver o problema. 

Já a pneumonia que acompanha a Covid-19 tem origem viral. Seu principal problema é que ainda não se sabe qual remédio é capaz de combater o invasor. Por enquanto, os médicos estão tratando a doença com antivirais e antibióticos usuais, pois pacientes com pneumonia viral podem desenvolver infecções secundárias. Para aqueles que necessitam de internação, a única coisa a se fazer é oferecer a ventilação por aparelhos e manter os níveis de oxigênio altos, até que o pulmão volte a funcionar normalmente. 

Vale lembrar que existem ainda outros tipos de pneumonia além da viral e da bacteriana. Elas podem ser causadas por fungos e também por reações alérgicas. Os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente, o que torna o quadro bem diferente de uma gripe, que salta de pessoa para pessoa rapidamente.



Como age a pneumonia causada pelo novo coronavírus?

A história começa quando a infecção atinge a chamada árvore brônquica, conjunto de estruturas ramificadas do pulmão que permitem a respiração. Nesse momento, sintomas leves como tosse e febre podem aparecer.

Os tecidos que protegem a região, então, ficam feridos. A resposta do corpo é causar uma inflamação no local – e isso causa um efeito dominó. Os nervos que recobrem vias aéreas acabam comprometidos. O resultado é aquela sensação incômoda que faz o paciente tossir a todo momento. 

Caso o quadro piore, as unidades de troca de gás (O2 e CO2) que ficam no finalzinho do sistema respiratório, também acabam infectadas. Como resposta, despejam material inflamatório nos sacos de ar que estão no fundo do pulmão. E aí, se inflama, já era. Isso impossibilita a passagem ideal de oxigênio para a corrente sanguínea, logo, fica mais difícil para o corpo se livrar do gás carbônico, situação que pode levar causar morte. 

Isso não significa que ela será letal para todos, mas o perigo é maior para aqueles que estão nos grupos de risco, principalmente idosos. O sistema imunológico enfraquece com a idade e os anticorpos passam a responder de forma menos eficiente. Logo, a destruição do vírus de forma natural deixa de acontecer, e o tratamento via medicamentos é praticamente a única defesa com que o corpo pode contar. 

A Covid-19 pode deixar sequelas no pulmão?

Ainda não é possível afirmar com certeza a extensão das sequelas. Mas, médicos de Hong Kong analisaram a primeira leva de pacientes curados do país e notaram uma redução de 20% a 30% na função pulmonar de alguns deles. 

Das 12 pessoas tratadas, três relataram sinais de fadiga ao caminhar mais rápido – algo que é possível recuperar no longo prazo com a ajuda de exercícios cardiovasculares, como corrida e natação. 


Além disso, existe um fenômeno chamado “opacidade em vidro fosco”. Isso ocorre quando há acúmulo de líquido nos pulmões e surgem manchas brancas nas tomografias. Nove pacientes apresentaram padrões deste fenômeno. Confira abaixo a imagem do pulmão de um infectado pelo novo coronavírus em diferentes momentos da doença, mostrando o aumento da opacidade em vidro fosco.

 (Lei et al., Radiology, 2020/Reprodução)

A recuperação da Covid-19 nem sempre é rápida. Há pessoas assintomáticas, ou seja, nem percebem que estão doentes. Outras, com sintomas leves, levam mais ou menos o mesmo tempo de uma gripe comum para se recuperar. Pessoas com pneumonia, mas fora dos grupos de risco, demoram de alguns dias a semanas para se livrar da doença. Já para os grupos de risco, esse tempo pode ser bem maior – se estendendo a até alguns meses. 


*Editado Info365 | Super
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A pandemia já era prevista por alguns cientista

A pandemia já era prevista por alguns cientista


Estudo publicado há um ano discute o possível surgimento de novo coronavírus com alcance mundial – e aponta mercados de animais vivos como fator de risco






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“Aparentemente, o risco de um CoV (coronavírus) passar para humanos, levando a uma epidemia na China, é baixo, pelas seguintes razões: (1) a distribuição geográfica dos CoVs-MERS e CoV-HKU4 que têm o potencial de infectar humanos (são capazes de acessar receptores celulares humanos) é limitada, e (2) os CoVs-HKU5, que existem em morcegos por toda a China, não têm a capacidade de usar os receptores de entrada humanos. Contudo, não devemos subestimar a possibilidade de recombinação entre diferentes CoVs de morcego, levando à geração de vírus com potencial pandêmico.” (grifo meu)
Esse é um dos trechos do estudo Bat Coronaviruses in China, escrito por três cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan (mais um quarto pesquisador, da Academia Chinesa de Ciências) e publicado em 2 de março de 2019, pouco mais de um ano atrás, no periódico Viruses

Depois de explicar por que os morcegos são bons transmissores de coronavírus (eles são os únicos mamíferos capazes de voar longas distâncias), os cientistas fazem mais uma previsão: “Acredita-se que CoVs carregados por morcegos irão reemergir para causar a próxima epidemia de doença. Nesse aspecto, a China é um foco provável.” 
Por que a China? Diz o artigo: “A maioria dos morcegos que hospedam CoVs vive perto de humanos, podendo transmitir vírus a eles e a animais de corte. A cultura chinesa acredita que animais recém-sacrificados são mais nutritivos, e essa crença pode impulsionar a transmissão viral.” Os cientistas afirmam, de modo claro, que um novo coronavírus poderia emergir de mercados que vendem animais ainda vivos. 
Foi exatamente o que aconteceu com o SARS-CoV-2, que está provocando a pandemia de 2020 – e foi identificado pela primeira vez no mercado Huanan, em Wuhan, onde animais de 75 espécies eram comercializados. O SARS-CoV-2 é geneticamente similar aos coronavírus que infectam morcegos, e por isso acredita-se que ele tenha vindo desse animal (não há certeza a respeito; outra hipótese afirma que os pangolins sejam os responsáveis. Animais de ambas as espécies eram vendidos no mercado Huanan). 
O estudo, que foi custeado pelo governo chinês, termina fazendo referência aos surtos de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e SADS (Síndrome da Diarreia Aguda Suína), ocorridos em 2003 e 2017. “Dois CoVs originados de morcegos causaram grandes epidemias na China ao longo de 14 anos, ressaltando o risco de um futuro surto de CoV de morcegos neste país.” Não é o primeiro alerta do tipo. Em 2007, um estudo publicado por quatro cientistas chineses destacou o risco associado aos wet markets (mercados de animais vivos), que “podem servir como fontes e amplificadores de novas infecções”.
Em 27 de janeiro de 2020, quando o SARS-CoV-2 já ganhava força, o governo chinês anunciou a proibição da venda de animais silvestres por tempo indeterminado. Era tarde demais.
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O maior isolamento populacional do mundo

O maior isolamento populacional do mundo

Começou o maior isolamento de população do mundo, anunciou o primeiro-ministro Narendra Modi em uma transmissão pela TV nesta terça-feira (24). Ele pediu para que a população de 1,3 bilhão de pessoas fique em casa ou arrisque se infectar pelo Sars-Cov-2, o novo coronavírus.
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Modi prometeu direcionar US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,16 bilhões) para o sistema de saúde do país.

“Para salvar a Índia e todos os indianos, vai haver uma proibição total de saídas de suas casas”, ele afirmou. Se o país fracassar no controle do coronavírus nos próixmos 21 dias, poderá ficar 21 anos atrasado, ele complementou.

Com essa medida, cerca de um quinto da população do mundo está em isolamento.

Há 469 casos ativos de Covid-19 na Índia, além de 10 mortes. As autoridades insistiram que não há evidência de transmissões domésticas, mas conduziram poucos testes para checar a presença da doença na população.

A Índia aumentou paulatinamente as ordens para que as pessoas fiquem em casa, e proibiu voos internacionais e domésticos, além de ter suspendido os serviços de transporte ferroviário para passageiros.

Os trabalhadores de hospitais, polícia e imprensa estão isentos das regras de isolamento, e mercados de comida e farmácia permanecerão abertos.

Modi classificou a nova regra de “fechamento total” e não disse quais serviços são exceções, mas disse que todos os passos foram dados pelo Estado para garantir a oferta de itens essenciais”.

*EditadoG1


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Muita chuva: Uma grande mudança no tempo vai acontecer!

Muita chuva: Uma grande mudança no tempo vai acontecer!

  Uma combinação da circulação dos ventos, em vários níveis da atmosfera,  vai aumentar bastante a concentração de umidade favorecendo a formação de grandes e fortes áreas de instabilidade. A Região Nordeste será bastante beneficiada pela chuva volumosa.

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A expectativa é de grandes acumulados de chuva entre os dias 10 e 15 de fevereiro. Neste período, o tempo ficará carregado com chuva frequente e de forte intensidade especialmente pelo interior do Nordeste, mas também sobre vários estados da Região Norte e em parte do Centro-Oeste. Até algumas áreas do Sudeste poderão sentir o efeito das grandes áreas de instabilidade. 

Por que a chuva vai aumentar muito?

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Há dias os modelos meteorológicos estão indicando esse aumento da chuva , desta vez em grande volume e por diversos especialmente do Nordeste e do Norte do Brasil. Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará, o interior de Pernambuco, da Paraíba, até áreas do sertão de Sergipe e de Alagoas devem ser beneficiadas pela chuva volumosa nos próximos dias.

Essa previsão de chuva poderá superar os 200 mm em diversas áreas e é semelhante a situação que ocorreu no Brasil em janeiro de 2016, quando volumes de chuva muito elevados foram observados. Na época, foi observada a influência da Oscilação Madden-Julian (OMJ).

Os meteorologistas Alexandre Nascimento e Josélia Pegorim conversam sobre a nova onda Madden-Julian que vai favorecer o aumento da chuva no Nordeste. Confira! 



O que é a Oscilação Madden-Julian?

A Oscilação de Madden-Julian  (OMJ) é uma tendência à formação ou inibição da chuva convectiva no oceano Índico, próximo à Indonésia. Ela ocorre no período de 30 a 60 dias. Em um período, a atividade convectiva está favorecida na região, e no período seguinte, a atividade convectiva e a chuva diminuem. Estes padrões se propagam de oeste para leste e chegam ao oceano Pacífico. As chuvas associadas a estas tempestades não chegam diretamente ao Brasil, mas elas provocam ondas na atmosfera que se propagam e alteram o regime de chuvas no país. 

O gráfico mostra a anomalia (diferença em relação à média) de precipitação associada com com a OMJ. As manchas azuis e verdes representam a chuva acima do normal e as manchas em marrom e cinza, as áreas onde a chuva fica abaixo do normal. O aumento da chuva no Brasil ocorre nas fases 8, 1 e 2 da OMJ.



-Terra
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Inverno 2017:  'Profetas da chuva' preveem fim da seca

Inverno 2017: 'Profetas da chuva' preveem fim da seca

Os chamados "profetas da chuva", pessoas que fazem o prognóstico chuvoso com base em elementos da natureza, afirmam que 2017 será o fim do ciclo da seca, que já dura mais de cinco anos no Ceará. Erasmo Barreira, que participou de todas as edições do Encontro Anual dos Profetas da Chuva, em Quixadá, diz estar "bastante empolgado" com a previsão. "Quando for em julho, ninguém mais vai falar em problema d'água no Nordeste", diz.


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Para o "profeta", dois fenômenos são indicativos de que vai ocorrer muita chuva no Nordeste em 2017. "Ano passado teve uma coisa que não fazia 10 anos que não acontecia na nossa região, que é o vento do Aracati. É um vento diferente, só passa numa direção e no mesmo horário. Eu anotei. Foi em 1º de julho de 2016 que passou o vento do Aracati. Esse é um dos principais sinais de que vai ter muita chuva, já dizia o meu pai."

Outro indicativo de que o Nordeste terá chuvas acima da média, segundo Erasmo, foi a formação de um halo lunar, conhecido no interior do Ceará como lagoa d'água, que depois tomou a forma de uma corrente de água. "A Lua, na altura do sol de 10 horas formou uma lagoa d'água, a lagoa escorreu e sangrou para o nascente. É um sinal de que a maioria dos açudes vai sangrar, não posso dizer que todos, mas a maioria vai sangrar", diz.

O 21º Encontro dos Profetas da Chuva ocorre neste sábado (14) no campus do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), em Quixadá, a partir das 9h. No evento estarão 30 profetas da região do Sertão Central.

Além de Erasmo, a maioria dos profetas está otimista em relação à quantidade chuvas no Ceará e no Nordeste, de acordo com idealizador e organizador do evento, Élder dos Santos Cortez.

Previsão científica

Em 18 de janeiro, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) deve divulgar o prognóstico de chuva no Ceará com base nos fenômenos meteorológicos.
Já o Climatempo afirmou que as condições presentes atualmente no oceano Pacífico equatorial apontam para uma boa estação chuvosa em 2017 no Ceará e no Nordeste, com chuvas na média ou até acima dela.


A previsão é do metorologista Alexandre Nascimento, do Climatempo, que prevê também chuvas irregulares nos meses de outubro, novembro e dezembro. "Nos próximos meses a expectativa é de que chova bem mais que nos últimos anos”, diz.

Matéria: G1
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Águas da transposição devem chegar em outubro ao Ceará

Águas da transposição devem chegar em outubro ao Ceará


As águas do rio São Francisco devem chegar ao Ceará em outubro deste ano. A previsão foi feita pelo coordenador geral do projeto de integração do rio São Francisco, Frederico Meira, em apresentação das obras à comitiva formada por deputados estaduais do Ceará. A transposição é a mais importante obra hídrica do Governo Federal e precisa chegar ao Estado até o fim do ano para garantir abastecimento à população do Interior e da Capital. 

O Ceará receberá água por meio do Eixo Norte. A água do rio chegará ao sul do Estado, pela barragem de Jati, no Cariri, onde as obras estão cerca de 80% concluídas. Neste caso, a responsabilidade do Governo do Ceará é garantir que a água chegue o mais rápido possível ao Castanhão. No entanto, as informações seguem imprecisas a respeito do andamento do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), que deveria garantir esse trajeto.


João Lúcio Farias, presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh), não especificou qual seria o prazo para a ligação do Cinturão das Águas à bacia de Jati nem quantos quilômetros, dos 32 assegurados pelo Estado, estão concluídos.

“Existe grande risco de haver colapso hídrico em regiões do Ceará. Temos que ter um plano B no caso de essa água não chegar e eu não tenho conhecimento disso. As obras seguem avançadas, mas o pior dos mundos será ver essa água chegar ao Ceará e não termos como distribuí-la”, criticou o deputado estadual Carlos Matos (PSDB). Ele afirmou que irá solicitar audiência pública para discutir o modelo de gestão após a conclusão das obras.

Gestão
Segundo Fernando Meira, o fluxo financeiro da obra segue garantido. O desafio apontado por ele foi o modelo de gestão que será assumido após a conclusão das obras. “Eu vejo a obra chegando a 85% de conclusão e nada estabelecido a esse respeito”, criticou. O coordenador estima que as águas da transposição do Rio São Francisco, em plena vazão (26,4m³ por segundo), irão ter custo de R$ 400 milhões de reais anuais, que deverão ser pagos pelos quatro estados beneficiados (Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba). 
Mesmo com modelo de gestão hídrica elogiado por representantes do Ministério da Integração, a Cogerh ainda não estabeleceu como as águas serão geridas, segundo João Lúcio Farias.
fonte:O Povo
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Professores da rede estadual decretam greve no Ceará

Professores da rede estadual decretam greve no Ceará

FOTO: DIVULGAÇÃO APEOC

Os professores da rede estadual decretaram greve, durante assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 20, no Ginásio Poliesportivo da Parangaba. As aulas nas escolas públicas do Ceará devem ser paralisadas a partir da próxima segunda-feira, 25, conforme o Sindicato dos Professores e Servidores de Educação e Cultura do Estado e Municípios do Ceará (Apeoc-Sindicato). 

A categoria pede reajuste de 12,67%, além da convocação dos professores reclassificados no concurso de 2013, efetivação dos direitos de estabilidade, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e ampliação definitiva da carga horária. "Os professores não aceitaram esse reajuste somente na PVR, foram que os professores temporária nem recebem essa PVR [Parcela Variável de Remuneração]", afirma a professora da rede estadual, Marita Lima.

"Nós entendemos que a educação deveria ter um caixa propria, que é o Fundeg. O governo poderia encaminhar uma proposta diferenciada independente do reajuste geral", afirma o presidente do sindicato, Anísio Melo.

O sindicato dos professores informou que, nas próximas 72 horas, a greve será comunicada ao governo e pais de alunos da rede pública.  A rede estadual possui 705 escolas do Ensino Médio, com  445 mil alunos e 13.863 professores efetivos nas unidades escolares.


''Dando sequência aos diversos encontros para tratar da valorização dos professores, a Comissão de Negociação composta por representantes do Governo do Estado, por meio das Secretarias de Governo, da Educação (Seduc) e Planejamento e Gestão (Seplag) esteve reunida, no dia 19, com o Sindicato Apeoc. Durante o encontro, o Sindicato apresentou a pauta de reivindicações da categoria que considerou como questão central o reajuste diferenciado para os profissionais do magistério'', explicou a secretaria, em nota.
Fonte: O Povo

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