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Umari-CE: Juiz determina nova eleição após cassar prefeito e vice

Umari-CE: Juiz determina nova eleição após cassar prefeito e vice



O juiz da 58ª Zona Eleitoral, com sede na cidade de Ipaumirim, no Estado do Ceará cassou nesta sexta-feira (13), os registros de candidatura do prefeito de Umari, o petista Alexandre Barros e da vice-prefeita, Laura Lustosa (PHS).

O juiz determinou além da cassação, multa no valou de mil urfis(Unidade Fiscal de Referência) e mandou convocar novas eleições no município.
Resultado de imagem para prefeito de umari cassado
A decisão do magistrado se deu por denúncia de compra de votos pela coligação adversária, representada pela ex-prefeita que disputa a a reeleição, Mirineide Pinheiro Moura (Neide – PSD).
Alexandre Alexandre venceu o pleito por apenas quatro votos.

Recorreu
Nesta mesma sexta-feira, os advogados do prefeito cassado recorreram da decisão de primeira instância e liminarmente conseguiram que Alexandre voltasse a prefeitura, mas o caso deve ser levado ao Tribunal Regional Eleitoral.



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Anastasia cometeu quase mil pedaladas quando governou MG

Anastasia cometeu quase mil pedaladas quando governou MG


Antonio Anastasia (PSDB) governou Minas Gerais por três anos e cometeu quase mil ´pedaladas fiscais´ durante sua gestão, segundo informações do site ´Pragmatismo Político´. O ex-governador foi eleito para ser o relator do processo de impeachment no Senado e editou cerca de 972 decretos de suplementação orçamentária, o mesmo ato que foi cometido por Dilma e que agora tem sido considerado pela oposição como crime de responsabilidade fiscal.

Documentos do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) apontam que mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, Anastasia editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias.

Os deputados Rogério Correia (PT-MG), Cristiano Silveira (PT-MG) e Dr. Jean Freire (PT-MG) se reuniram com senadores progressistas na última quinta-feira, para denunciar as pedaladas cometidas pelo senador Anastasia enquanto atuava como governador de Minas. “Se o decreto de suplementação fiscal de Dilma é crime, o dele também é. Enquanto as pedaladas da presidente foram para garantir o funcionamento de programas sociais, as de Anastasia foram para deixar de cumprir as metas de investimento obrigatórias em saúde e educação”, disse o deputado Rogério Correia.

Ainda segundo os parlamentares, juntos Aécio Neves e Anastasia devem R$ 16 bilhões para a saúde e educação do estado de Minas Gerais. “Não é à toa que Aécio perdeu as eleições em seu próprio estado.”


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Cid chama ministro Teori de 'corno', Rodrigo Janot de 'ladrão' e Moro um 'picareta'

Cid chama ministro Teori de 'corno', Rodrigo Janot de 'ladrão' e Moro um 'picareta'

Imagem: Wilson Gomes.
Imagem: Wilson Gomes.


Desesperado com a inclusão de seu nome na lista da propina da empreiteira Odebrecht, o ex-governador Cid Gomes aproveitou a comemoração de sua festa de aniversário neste sábado, no Beco do Cotovelo, em Sobral, para se defender e tentar provar a sua inocência.

Investigado pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, por constar ter recebido R$200 mil de propina da Odebrecht e tendo o codinome de Cid, o Falso, o ex-Governador agrediu a tudo e a todos na ânsia de escapar de um processo nas mãos do juiz Sérgio Moro, já que por não ter mandato não tem foro privilegiado.

"Por isso, por ter a minha consciência tranquila, jamais, vejam bem o que estou dizendo. Eu sou capaz de falar mal do ministro(do Supremo Tribunal Federal responsável pela Operação Lava Jato), Teori Zavascki, eu digo: o Senhor é corno. O Senhor é corno se eu estiver nessa Operação(Lava Jato). O Senhor é corno, corno. É corno. Se eu estiver ele(Teori) é corno. Se eu estiver o Janot é ladrão. Se eu estiver, o Moro é um picareta", atacou Cid os principais encarregados de investigar a corrupção no Brasil num esforço inútil de intimidá-los.

E concluiu: " eu não estou nisso, porque eu sou sério. Não é por favor, e quero terminar meus dias com dignidade e vagabundo nenhum pegar na minha munheca. Nunca fiz fortuna. Se tivesse roubado 0.1% do que passou na minha mão eu teria um patrimônio de R$ 300 milhões."

Matéria: Ceará News7
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DILMA AUMENTA BOLSA FAMÍLIA EM 9%, CORRIGE TABELA DO IR EM 5%

DILMA AUMENTA BOLSA FAMÍLIA EM 9%, CORRIGE TABELA DO IR EM 5%


A presidente Dilma Rousseff acaba de anunciar, no Primeiro de Maio organizado pela Central Única dos Trabalhadores no Vale do Anhangabaú, o aumento de 9% no Bolsa Família e a correção de 5% na tabela do Imposto de Renda.


"Esse aumento não foi decidido agora e já estava previsto no orçamento", disse a presidente.

Num duro discurso neste domingo, ela afirmou que o golpe parlamentar em curso no Brasil visa destruir a Consolidação das Leis do Trabalho.

"Querem transformar a CLT em letra morta. Sabe como vão fazer isso? Dizendo que o negociado deve prevalecer sobre a lei. Ou seja: menos do que a lei. Nós aceitamos, desde que seja mais do que a lei."

Dilma disse ainda que os golpistas pretendem tirar 36 milhões de pessoas do Bolsa Família, mas anunciou um aumento médio de 9% nos benefícios. Também lembrou que aliados do vice-presidente Michel Temer já anunciaram o fim dos reajustes dos aposentados e da política de correção do salário mínimo.

"Querem acabar com uma política que permitiu a elevação, em termos reais, de 76% do salário mínimo", afirmou. "O golpe é contra a democracia e contra os direitos dos trabalhadores".

A presidente Dilma também falou sobre a promessa do vice-presidente Michel Temer de privatizar tudo o que for possível. "A primeira vítima será o pré-sal", afirmou.

Eduardo Cunha

Dilma também citou nominalmente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e disse que ele foi o principal agente da desestabilização de seu governo. "Não aprovaram nenhuma das nossas reformas. Sabe por quê? Porque o PT se negou a dar três votos que impediriam sua cassação. Até o subscritor dessa peça do impeachment, o advogado Miguel Reale Júnior, ex-ministro do presidente Fernando Henrique, disse que se tratava de chantagem explícita e abuso de poder".

Dilma bateu duro no golpe, ao dizer que "se fazer isso com uma presidente da República, o que serão capazes de fazer com o cidadão ou a cidadã anônima".

Ela afirmou ainda que o projeto que querem impor ao Brasil não é aquele que venceu nas urnas. "Se querem isso, se coloquem sob o crivo do povo brasileiro. Chegar ao poder, sem voto, e numa eleição indireta, não! Não passarão!".

 Matéria:Brasil 247
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PSDB deve apoiar provável governo de Temer

PSDB deve apoiar provável governo de Temer



O senador José Serra (PSDB-SP) usou na noite deste sábado, 23, o seu perfil no Facebook para afirmar que seu partido deve aderir oficialmente ao provável governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB), ao contrário do que vêm afirmando diversos outros líderes da sigla. Segundo Serra, "seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment de Dilma e depois, por questiúnculas e cálculos mesquinhos, lavar as mãos e fugir a suas responsabilidades com o País."



A disputa dentro do principal partido de oposição à gestão de Dilma Rousseff (PT) sobre a adesão ou não ao novo governo, caso a abertura do impeachment da presidente seja aprovada no Senado, está dividindo as lideranças tucanas - ao menos em suas declarações públicas. Enquanto nos últimos dias nomes ligados ao presidente nacional da sigla, senador Aécio Neves (MG), e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) defenderam por ora maior distância de Temer, neste sábado foi a vez de Serra defender a participação.



"Eu concordo com o senador Aloysio Nunes Ferreira: se o futuro presidente Michel Temer aceitar os pontos programáticos do PSDB, o partido deve apoiar o governo. E se apoiar o governo e for convidado, deve participar do governo", escreveu o ex-governador paulista em seu perfil na rede social.



Ele se referia a uma declaração feita horas antes por Nunes, seu aliado e senador por São Paulo, que postou um vídeo também no Facebook em que praticamente dá como certa a participação do partido na gestão de Temer. De acordo com Nunes, o PSDB "não vai faltar com a sua responsabilidade", já que participou ativamente do processo de impeachment. "Agora, cumprida essa etapa, cabe a nós ajudarmos o novo governo com todas as forças, para que o governo (...) de Michel Temer possa ter condições de enfrentar a crise", disse.





Disputa
- O discurso da dupla paulista marca posição contrária às lideranças tucanas que se opõem a uma conciliação imediata com Temer. Conforme revelou na sexta-feira o Estado, há até uma ala no PSDB que defende a ideia de que membros do partido se licenciem e não disputem a Presidência em 2018 caso decidam assumir cargos no governo do atual vice.



Os tucanos e líderes de oposição reunidos no Fórum Empresarial, em Foz do Iguaçu, preferiram não polemizar com Serra. A avaliação da cúpula do PSDB, porém, é que existe hoje uma ampla maioria formada em defesa da tese de que o partido não deve participar de forma orgânica, ou seja, ocupando cargos, em eventual governo Temer.



Segundo dirigentes ouvidos pela reportagem, a defesa do embarque na administração peemedebista se restringe apenas a aliados de Serra - que, por sua vez, é apontado como o tucano mais cotado para assumir um ministério importante por causa da sua boa interlocução com Temer. Uma reunião da Executiva do PSDB para decidir a posição definitiva do partido sobre o assunto está marcada para o dia 3 de maio.


ESTADÃO conteúdo
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STF quebra sigilos bancário e fiscal do presidente do DEM e familiares

STF quebra sigilos bancário e fiscal do presidente do DEM e familiares


O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal do presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN). Além do senador, também tiveram os sigilos quebrados o filho do senador, o deputado Felipe Maia (DEM-RN), e mais 14 pessoas em inquérito que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

No Senado, Agripino tem sido um dos maiores defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Nas últimas semanas, o senador tem defendido celeridade do Senado em julgamento do processo. “O Senado precisa ser rápido. Em benefício do País, de soluções para a crise do Brasil. A cada dia, a cada semana que passar, a crise vai ser mais profunda”, disse.

Segundo a Folha de S. Paulo, decisão pela quebra de sigilos é do ministro Luís Roberto Barroso, seguindo pedido da Procuradoria-Geral da República. Agripino é investigado por supostos pagamentos de propina da empreiteira OAS durante obra da Arena das Dunas, estádio construído em Natal para a Copa do Mundo de 2014.
Complexo esquema

Entre os investigados, estão ainda assessores do senador, como seu chefe de gabinete e motorista. Para a PGR, existem indícios de propinas ao senador. Na ação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aponta "complexo esquema" de distribuição de propinas, com diversas empresas montadas para ocultar a origem e destino final de repasses.

Em nota à Folha de S. Paulo, Agripino afirmou que a quebra de sigilo irá agilizar o esclarecimento dos fatos. Ele disse ainda ter "certeza" de que as investigações "tornarão clara a improcedência da acusação que me é feita".
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Eduardo Cunha "comprou 250 deputados", afirma Ciro Gomes

Eduardo Cunha "comprou 250 deputados", afirma Ciro Gomes

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) pretende voltar a disputar a presidência em 2018
TV Real

O ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PDT) declarou nessa sexta-feira (22) que o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não chegou ao cargo "por acaso". "Ele comprou 250 deputados", afirmou Ciro, no evento Brazil Conference, promovido pela Universidade Harvard e pelo Massachussetts Institute of Technology (MIT).
O ex-governador do Ceará expôs sua avaliação de que o sistema político brasileiro está "em colapso". Segundo ele, no Brasil hoje existe um vácuo de poder. "Esse vácuo é substituído por interesses pessoais, um movimento de ascensão pentecostal e ladroeira. Eduardo Cunha não virou presidente da Câmara – sendo o bandido que é – por acaso. Ele comprou 250 deputados", comentou Ciro.


Pré-candidato à presidência da República em 2018 pelo PDT, ele também criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que, na sua avaliação, abandonou uma agenda de reformas estruturantes em 1998 em troca da mudança na Constituição que autorizou a sua candidatura à reeleição. 

Ciro Gomes comentou que a recente melhora na balança comercial do Brasil ocorre apenas em função da recessão, mas que o problema nas contas externas é estrutural. "Nosso déficit na balança comercial de manufaturados já está em US$ 110 bilhões. A gente foi adiando o confronto desse problema, atenuando a percepção da catástrofe, em função de um ciclo positivo de preços de commodities", explicou.

Segundo ele, hoje esse superciclo das commodities acabou e isso afeta a economia brasileira, independentemente de quem seja o presidente. "Hoje, a produção do pré-sal custa US$ 41 o barril e nós estamos vendendo a US$ 30. Isso é real, não adianta dizer que é culpa de Dilma, de Lula", comentou.

fonte:Estadão Conteúdo
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Tucanos negociam recuo de Delcídio

Tucanos negociam recuo de Delcídio



O senador Aécio Neves (PSDB-MG)
Pedro Ladeira-3.mar.2016/Folhapress
Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira (26) do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano.
A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira, 19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de que Delcídio fosse ouvido.
"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.
A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.
Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.
Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.

Paralisado

Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.
A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.

Aécio foi citado por delatores

O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.
Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas entre o PT e Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. Aécio já rechaçou todas as citações a seu nome.
Fonte: Estadão Conteúdo/UOL
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Relator Do Golpe, Jovair é Condenado Pelo TRE

Relator Do Golpe, Jovair é Condenado Pelo TRE

ANTONIO_AUGUSTO:
Deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que apresentou texto favorável ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff como relator da comissão especial da Câmara, foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás; ele é acusado de utilizar servidor comissionado da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) sem estar de férias ou licenciado do cargo durante sua campanha eleitoral de 2014; pena aplicada ao parlamentar seria uma multa de R$ 25 mil da qual ele disse que vai recorrer.

Conhecido por ter apresentado texto favorável ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff como relator da comissão especial que discutiu o assunto na Câmara, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO) foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás por utilizar um servidor comissionado da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) sem estar de férias ou licenciado do cargo durante sua campanha eleitoral de 2014. A pena aplicada ao parlamentar seria uma multa de R$ 25 mil da qual ele disse que vai recorrer, conforme conta matéria do portal Congresso em Foco.


Conforme conta a reportagem, o deputado já controlava a Conab desde o primeiro ano do governo Dilma, indicando todos os presidentes da companhia e controlando diretorias e cargos de assessoramento. O petebista perdeu os cargos após encaminhar parecer favorável à abertura de processo contra a presidente.

A lei eleitoral proíbe que agentes públicos cedam servidores para comitês de campanha durante o horário de expediente, salvo licença. Em sua defesa, Arantes afirmou a O Globo que o servidor contribuiu apenas no período de suas férias.

fonte:Goiás 247

Info365
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Vitor Valim é hostilizado em aeroporto: "Golpista, engomadinho"

Vitor Valim é hostilizado em aeroporto: "Golpista, engomadinho"

Após votar pelo impeachment de Dilma Rousseff, o deputado Vitor Valim (PMDB-CE) foi hostilizado na manhã desta segunda-feira, 18, por populares no aeroporto de Brasília. As imagens, onde o parlamentar é chamado de “engomadinho” e acusado de ser “golpista”, circulam nas redes sociais nesta segunda. 

“Não fique dizendo para todo mundo que você representa o Ceará, porque você não representa. O estado tem 22 deputados, você só representa uma pequena parte”, diz uma mulher que aparece no vídeo. O parlamentar, que comia em uma lanchonete do aeroporto, evita rebater os questionamentos, mas acusa a manifestante de ser “preconceituosa”.


Esta foi a segunda vez que Valim foi hostilizado em aeroportos por suas manifestações contra o governo. Ele foi um dos nove deputados federais cearenses que se manifestaram pelo impeachment de Dilma na Câmara. Com onze votos “não”, uma abstenção e uma ausência, o Estado acabou majoritariamente dando votos pró-Dilma.
Confira imagens do momento das críticas ao deputado:

O Povo


Info365
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Após aprovar impeachment na câmara cunha pode se livrar de denúncias

Após aprovar impeachment na câmara cunha pode se livrar de denúncias






AGÊNCIA BRASIL

Após a aprovação do processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff neste domingo, 17, deputados já estudam conceder espécie de anistia ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O congressista acolheu o pedido de impeachment por crime de responsabilidade. As informações são do jornal Correio Braziliense.

De acordo com reportagem publicada esta segunda-feira, 18, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) afirmou que a "grande maioria" dos votos à cassação de Dilma seria favorável a ignorar as denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e falsa declaração aos colegas de Congresso. Para ele, Cunha foi essencial no processo.

O deputado comentou ainda que a possibilidade é debatida nos corredores da Câmara. Ele afirmou que a anistia não seria formal, mas um "esquecimento do caso". "Acho que daqui a um mês, dois meses, ninguém vai querer saber de mais nada", avaliou.

O peemedebista é réu sob acusação de receber US$ 5 milhões de propina de lobista de estaleiro que obteve um contrato de US$ 1,2 bilhão com a Petrobras, além de responder a inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). Cunha também é alvo de processo no Conselho de Ética e pode ter o mandato cassado pelo plenário. Caso aconteça, o presidente da Câmara perderia o foro privilegiado e estaria sob risco de ser preso pelo juiz da Lava-Jato no Paraná, Sérgio Moro. 

fonte: Jornal O Povo

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Contra o sertão: “Em nome de JP decidi olhar para o futuro”,  declara Wilson Filho (PTB)

Contra o sertão: “Em nome de JP decidi olhar para o futuro”, declara Wilson Filho (PTB)

O deputado federal da cidade de Uiraúna, no Sertão da Paraíba, Wilson Filho (PTB) negou suas origens e declarou ser representante de João Pessoa, capital do estado nesse domingo (17), durante a votação de continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
“Em nome de João Pessoa, em nome de todo estado eu decidi olhar para o futuro”, declarou durante votação.
O parlamentar conclamou pela renovação da política brasileira e disse ter orgulho de representar a Paraíba nesse momento histórico. “Eu decidi apostar na boa política e na renovação da esperança do povo brasileiro. Voto Sim”.
Para o deputado, a Câmara entendeu o que estava sendo cobrado pela maioria da população brasileira e que a crise econômica e política só prejudicará ainda mais o Brasil com a permanência do chefe do Poder Executivo.



Veja como votaram os deputados paraibanos:



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Marido de deputada que votou pelo impeachment é preso pela PF

Marido de deputada que votou pelo impeachment é preso pela PF

O prefeito de Montes Claros Ruy Muniz (PSB) foi preso preventivamente pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (18), em Brasília (DF). Ele é suspeito de prejudicar o funcionamento de hospitais públicos da cidade para favorecer um hospital privado, que é gerido pela sua família.
Gazeta Norte Mineira

Muniz é casado com a deputada federal Raquel Muniz (PSD), que votou neste domingo (17) a favor do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ela destacou a gestão do marido ao proferir o voto. "Meu voto é em homenagem às vítimas da BR-­251. É para dizer que o Brasil tem jeito, e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão".
PF cumpre mandado de busca e apreensão na prefeitura (Foto: Délio Pinheiro/ Inter TV)
 (Foto: Délio Pinheiro/ Inter TV)

O prefeito foi preso na operação "Máscara da Sanidade II - Sabotadores da Saúde" e deve chegar à cidade mineira ainda nesta segunda. A Justiça também expediu mandado de prisão contra a atual Secretária de Saúde do município, Ana Paula Nascimento.


A operação ainda deve cumprir quatro mandados de busca e apreensão na prefeitura, Secretaria de Saúde e na casa dos envolvidos.

Segundo as investigações, os acusados usaram de meios fraudulentos para tentar inviabilizar o funcionamento dos hospitais Universitário Clemente Faria, Santa Casa, Aroldo Tourinho e Dilson Godinho, em Montes Claros. Eles pretendiam favorecer o Hospital das Clínicas Mario Ribeiro da Silveira, que segundo a PF,  pertence ao prefeito, seus familiares e respectivo grupo econômico.

O prefeito e a Secretária de Saúde devem responder pelos crimes de falsidade ideológica majorada, dispensa indevida de licitação pública, estelionato majorado, prevaricação e peculato.
O que diz a prefeitura

Em nota, a prefeitura de Montes Claros esclareceu que o prefeito permanece em pleno exercício do cargo e que todos os órgãos continuam funcionando normalmente. "A administração tem plena convicção de que a decisão absurda será revertida com a maior brevidade possível, por entender que a Justiça Federal foi induzida ao erro ao receber informações que não se harmonizam com a verdade", diz a nota.
Ainda segundo a nota, o prefeito cobrou profundas mudanças no sistema de saúde de Montes Claros, contrariando grandes interesses, o que provocou uma perseguição política contra ele e contra a secretária de Saúde.

Fonte: G1


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Syriza vence eleições na Grécia

Syriza vence eleições na Grécia

Em discurso no Parlamento, o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, voltou a afirmar que assinou um acordo no qual não acredita para evitar uma 'tragédia' (Foto: Aris Messinis / AFP)
O partido de esquerda Syriza, de Alexis Tsipras, é dado como o mais votado nas eleições antecipadas na Grécia. Quando estão contados 40% dos votos, está com 35,5%. A Nova Democracia, do conservador Evangelos Meimarakis, em segundo lugar, está com 28%


Evangelos Meimarakis disse que "parece que os cidadãso não mudaram de ideias". Nas últimas eleições, em Janeiro, o Syriza tinha obtido 36,3% e a Nova Democracia 27,8%.

O partido neonazi Aurora Dourada é o terceiro mais votado, com 7,3% (em Janeiro teve 6,9%).

Segue-se o partido socialista (PASOK) com uma projecção de entre 6,5%. Em Janeiro, os socialistas tiveram 4,7%. Os comunistas estão com 5,5, o mesmo que nas eleições anteriores.

A descer está o Potami, que em Janeiro obteve 6,1% e era o quarto partido, e que segundo os primeiros números terá entre 4 e 5,5% - com 20% dos votos contados, está nos 3,7.

Os Gregos Independentes, que foram parceiros de coligação do Syriza e cuja entrada no Parlamento estava muito em dúvida, estão com 3,7%, mesmo no limite de conseguir representação parlamentar, que é 3%. Em Janeiro o partido teve 4,8%. O partido União dos Centristas de Vasilis Leventis, um partido anti-sistema, tem 3,4%, podendo também talvez entrar no Parlamento (nas eleições anteriores teve pouco mais de um por cento), e o partido de Panagiotis Lafazanis, saído de uma cisão do Syriza, poderia entrar ou não no Parlamento, tendo para já 2,7% dos votos.

Do Pasok, que poderá ter um resultado melhor do que o esperado, veio já a afirmação de que a Nova Democracia deveria entrar no Governo, mesmo que vença o Syriza. O próximo governo terá de aplicar um duro programa e assim seria conveniente que tivesse uma forte maioria (por outro lado o partido que não participar deverá beneficiar nas próximas eleições, quando quer que se realizem).

Mas o número dois de Tsipras, Nikos Papas, já veio repetir o que o partido disse durante a campanha - não haverá coligação com a Nova Democracia.

Alexis Tsipras, que já se encontra na sede do Syriza, onde se festeja, escreveu no Twitter: "Um caminho de trabalho duro e de luta abriu-se à nossa frente".
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Segundo pesquisa,Tsipras está levando a eleição na Grécia

Segundo pesquisa,Tsipras está levando a eleição na Grécia

Em discurso no Parlamento, o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, voltou a afirmar que assinou um acordo no qual não acredita para evitar uma 'tragédia' (Foto: Aris Messinis / AFP)

Pesquisas  mostram que o partido de Alex Tsipras está levando a eleição na Grécia com uma margem apertada.

A pesquisa combinada de cinco canais de televisão mostrou que o Syriza deverá receber entre 30% e 34% dos votos, com o Nova Democracia em uma faixa entre 28,5% e 32,5%, de acordo com a Reutrers.

A margem de erro das projeções mantém a porta aberta para uma vitória do Nova Democracia, mas sugere que a disputa será bastante acirrada. Se os resultados forem confirmados, uma colizão será necessária para a formação de um governo.

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Marina Silva diz que não vai "Instrumentalizar a crise"

Marina Silva diz que não vai "Instrumentalizar a crise"

A ex-senadora Marina Silva, durante entrevista à Folha, em que fala sobre a atual conjuntura política

A duas semanas das novas manifestações contra o governo, Marina Silva afirma que está disposta a pagar o prego por não defender o impeachment de Dilma Rousseff.
Ela prega “responsabilidade” com a democracia e diz que não vai “instrumentalizar a crise” para tentar ampliar o desgaste da presidente.

Sem citar o PSDB de Aécio Neves, que convocará eleitores para os protestos do dia 16, a ex-senadora sustenta que os políticos devem “respeitar a sociedade” e evitar o “oportunismo”. ”O momento é de escutar. Ouvir e compreender, olhar e perceber”, rimou.Veja a matéria completa


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Segundo blog da Cristiana Lôbo, Dilma prepara reforma administrativa

Segundo blog da Cristiana Lôbo, Dilma prepara reforma administrativa

Em mais uma contradição com o discurso da campanha, a presidente Dilma Rousseff avalia, agora, promover uma ampla reforma administrativa de modo a reduzir significativamente o número de ministérios que, atualmente, são 38  e estabelecer critérios de mérito para o preenchimento de parcela dos mais de 22 mil cargos de confiança na administração federal.
A proposta está sendo preparada pelo Ministério do Planejamento, por ordem da presidente, e, se houver condições políticas para ser adotada, poderá ser anunciada nos primeiros dias depois da reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional, que acontece nesta semana.
A redução do número de ministérios, porém, colide com interesses dos partidos aliados que, neste momento, estão em disputa por indicação de mais cargos de segundo e terceiro escalões na administração pública federal. A tarefa de distribuição dos cargos está com o PMDB, sob o comando do vice-presidente Michel Temer, e com planilhas que estão sendo feitas pelo ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha.
Se de um lado colide com as pretensões dos aliados, de outro, vai ao encontro de proposta do próprio PMDB de reduzir para 20 o número de ministérios na administração federal. Projeto nesse sentido foi lançado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e apresentado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em momento de rusgas – anteriores à citação dos dois na Operação Lava Jato  com o Palácio do Planalto.
Esta proposta de reforma administrativa tem o objetivo de mostrar à sociedade que, neste momento de ajuste fiscal, o governo é capaz de cortar na própria carne, mas, ao mesmo tempo, fazer alguma economia. A redução de gastos não seria significativa, mas teria grande simbologia, entendem auxiliares da presidente.
Essa redução de ministérios também foi uma das propostas de Aécio Neves na campanha eleitoral, ideia que, na ocasião, foi rechaçada por Dilma. Esta discussão, portanto, representa mais uma guinada da presidente em relação ao discurso de campanha.
Pela proposta em estudo pelo governo federal, alguns ministérios seriam fundidos em um só, como Portos, Aviação Civil e Transportes, assim como era no passado e foi desmembrado no governo Lula para acomodar aliados políticos.
Neste momento, Portos, Aviação Civil e Pesca, que podem ser extintos, são comandados pelo PMDB. Por isso, além de uma análise técnica sob o aspecto de melhorar a gestão, a redução do número de ministérios deve ser precedida de ampla negociação política.
E mais: o movimento político neste momento é o de ampliar o espaço do PMDB no governo e de reduzir o de petistas. Sendo assim, a representação do PMDB na equipe seria ampliada em outras áreas, como espaço no Palácio do Planalto, onde o partido sempre quis estar e nunca conseguiu neste governo.
Outra forma de reduzir o número de ministros na Esplanada seria a extinção de ministérios que foram criados nos últimos anos  como a secretaria das Mulheres e a da Igualdade Racial. Mas são pastas que dialogam diretamente com a base social do PT, daí a dificuldade política para a extinção delas. Uma ideia em discussão é criar o Ministério das Minorias, reunindo todos num só ministério.
A presidente Dilma conversou com alguns interlocutores políticos sobre a ideia de reduzir o número de ministérios, mas não avançou sobre quais poderiam ser extintos. No começo do ano, quando ouviu a sugestão de Renan, de imediato perguntou-lhe quais pastas ele extinguiria. A resposta de Renan foi a de que o desenho administrativo do governo deveria ser refeito e ter coerência.
Líderes governistas já ouviram a proposta e a veem como forma de o governo dar uma resposta à sociedade. Mas que deverá ser precedida de muita negociação política para não aumentar ainda mais os problemas do governo com o Congresso.
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É oficial: Datena declara que sairá candidato à prefeitura de São Paulo

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28.jul.2015 - Datena entre o deputado Guilherme Mussi (à esq.) e o delegado Antonio Assunção de Olim

José Luiz Datena decidiu disputar a Prefeitura de São Paulo no ano que vem. Depois de conversas mantidas com dois outros partidos, PSB e PSBD, mais na base da consulta, o jornalista participou no começo da noite desta terça-feira (28) de uma reunião com o deputado Guilherme Mussi, quando ficou decidido o lançamento da sua candidatura pelo Partido Progressista.

Datena afirma que vai compor a chapa com o deputado estadual e delegado Antonio Assunção de Olim, como seu vice, segundo ele, duas personalidades identificadas pela sociedade brasileira com a segurança pública.
Consultado, Datena afirma ainda que, mesmo se for procurado, não haverá espaço para coligações com outros partidos. Sobre a responsabilidade de governar a cidade, assegura que poucos conhecem tão bem os problemas de São Paulo como ele.

UOL-Flávio Ricco

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