Enquanto o mundo continua lutando para responder à crescente pandemia da COVID-19, os supercomputadores da NASA estão se unindo aos esforços para procurar possíveis candidatos a tratamento e vacinas. Essa nova iniciativa reúne a NASA e a National Science Foundation, além de diversos laboratórios, empresas e instituições acadêmicas. “Estou orgulhoso de que a NASA esteja emprestando nossa experiência em supercomputação para ajudar na luta global contra a COVID-19”, disse Jim Bridenstine, administrador da NASA em comunicado no Twitter. “Por mais de seis décadas, a agência usou sua experiência para enfrentar desafios que beneficiaram pessoas de todo o mundo de maneiras inesperadas”, ressaltou. Uma das áreas que agência está redirecionando o tempo do supercomputador é a de ciências da Terra. “Os pesquisadores inserem dados de satélite para executar modelos climáticos para prever o clima futuro da Terra”, disse Thomas Zurbuchen, diretor da Diretoria de Missões Científica em comunicado no Twitter. “A NASA tem o prazer de emprestar esse tempo em supercomputação para ajudar na luta global contra a COVID19”, concluiu. A Casa Branca ainda anunciou que os pesquisadores que trabalham em projetos relacionados ao COVID-19 poderão solicitar um tempo nos supercomputadores, que deve acelerar os cálculos necessários para diminuir a pandemia. “Os Estados Unidos estão se unindo para combater o COVID-19, e isso significa liberar toda a capacidade de nossos supercomputadores de classe mundial para avançar rapidamente as pesquisas científicas para tratamentos e uma vacina”, disse Michael Kratsios, diretor de tecnologia dos EUA.
Na imagem abaixo é explicado como é possível se aproveitar da vulnerabilidade:
Para conseguir visualizar um perfil privado, basta acessar e inspecionar a página. A partir daí é ficar de olho nos vídeos e imagens carregados, copiar o URL e abrir no navegador ou compartilhar para ser aberto no aplicativo. Deixar um perfil em privado serve, na teoria, para manter a privacidade de alguém na rede social, mas com uma simples procura nos códigos, alguém pode acabar acessando a página que deseja e conseguindo visualizar o conteúdo.
A pior parte é que esse método funciona até mesmo quando imagens e vídeos nas histórias de um perfil privado do Instagram expira ou é apagado. Os arquivos continuam armazenados por alguns dias e podem ser compartilhados livremente com quem não segue o perfil dono. Além disso, o BuzzFeed News conta que o Instagram não monitora quem vê as histórias através do URL, por isso, quem conseguir o endereço pode acessar sem ser descoberto.
Apesar da gravidade da falha, Instagram e Facebook ainda não se pronunciaram. Vale lembrar que o Facebook é dono do Instagram e foi responsável pelo vazamento de dados de seus usuários, resultando em uma multa de U$ 5 bilhões. O próprio Mark Zuckerberg, CEO e fundador da empresa, disse que o Facebook tem o compromisso de proteger os dados dos usuários e, caso não sejam capazes de fazer isso, não são merecedores de atender ao seus clientes.
A empresa chinesa de automóveis Geely anunciou que está concluindo suas novas entregas de carros comprados on-line através de drones. De acordo com a Geely, desde o dia 23 de março as chaves dos automóveis estão sendo entregues aos novos usuários através de drones para garantir que nenhum contato humano seja feito. Os novos proprietários poderão receber as chaves do carro na porta de casa. A nova medida foi divulgada através de um comunicado de imprensa no site da Geely, compartilhando sua mudança para uma opção de entrega totalmente sem contato para ajudar a impedir a propagação do novo Coronavírus. Por conta da nova pandemia, a empresa Geely está entregando seu novo modelo de carro chamado ICON dessa nova forma. É a primeira vez que uma fabricante de automóveis usa drones para isso.
O vice-presidente de vendas da Geely Auto, Victor Yang, disseque é responsabilidade deles acompanhar as preocupações dos clientes em relação à saúde. A fabricante também está trabalhando na linha de frente em Wuhan, na China, ajudando a transportar pacientes que precisam de atenção médica para hospitais, caso os pacientes não puderem fazer isso sozinhos.
Gelo é essencial para muitas bebidas, especialmente no calor. Refrigerante, sucos, bebidas alcoólicas e até a própria água; coloque uns dois cubos de gelo e fique livre do mundo de fogo e enxofre que é nosso Brasil. Mas o ruim é quando você não tem gelo, e tem que esperar a água congelar antes de poder usar. E você provavelmente congelou água de maneira errada a vida toda. O fato é que água quente congela muito mais rápido que água fria. Parece não fazer muito sentido, afinal a água quente deve ir decaindo temperatura até igualar à do recipiente gelado, o que deveria levar muito tempo. Mas há várias coisas que ajudam a água quente a congelar mais rápido que a água fria. Por exemplo, aquela camada fina de gelo, que se forma sobre a superfície da água fria faz ela congelar mais devagar, pois cria uma camada de isolamento entre o ar frio e a água. A água quente é mais propícia a ser supercongelada, porque ela vai se solidificando por inteiro, ficando totalmente em uma forma pastosa antes de congelar. A água quente congela mais rápido porque ela tem menos bolhinhas de gás, que se formam a partir de gases dissolvidos na água a medida que ela esfria. Quando a água quente foi aquecida, esses gases podem ter sido evaporados, expulsos. A água usa essas bolhas como pontos de partida para o congelamento, mas como na água quente tem poucos, ela congela por inteiro. Por isso, da próxima vez que for colocar água no congelador para fazer gelo, ferva a água entes de colocar nas formas de gelo; mas cuidado, a forma tem que ser um pouco resistente, ou vai derreter com a água fervente.
Isso vale também para ferver a água: água quente ferve mais rápido do que a água gelada.
té pode parecer golpe de publicidade, mas sim, um creme para ser usado sobre a pele, foi desenvolvido e apresentado pela estrela nigeriana, Dencia. A promessa do produto, é clarear de maneira intensiva a coloração da pele, além de remover manchas e acnes da região aplicada.
O produto gerou bastante polêmica no ano em que foi lançado, mais precisamente em 2014. Principalmente pelo fato de Dencia, a cantora pop nigeriana, que sempre foi conhecida pela sua pele negra,ter aparecido em eventos e programas de tv, com a pele nitidamente mais clara.
O creme, chamado Whitenicious polemizou por diversos motivos, o mais óbvio deles, é por conta do debate do discurso étnico, e sobre a real necessidade de se “tornar branco”. Muitos representantes da comunidade negra se opôs ao produto, alegando que não existe motivos para alguém se submeter a despigmentação de sua pele, apesar disso o whitenicious assustadoramente alcançou um grande recorde de vendas, principalmente na África Ocidental, e entre a comunidade negra americana.
Usuários do Youtube, chegaram a gravar videoblogs ou reviews sobre o produto, e alguns deles até mesmo chegaram a registrar toda a transformação de cor de pele, através de vídeos. Não podemos negar que a situação é um tanto quanto atípica, mas sem entrarmos nos méritos étnicos da questão, vale a pena dar uma conferida:
Além disso, uma outra questão vem intrigando usuários e dermatologistas, que baseados na aparência da própria artista, que lançou o produto,indagam quais são as reais substancias que contem a sua fórmula. Afinal, a promessa de clarear manchas escuras e a própria pigmentação da pele, foi levada muito a sério, e a cantora simplesmente apareceu por aí, irreconhecível, e sem nenhuma evidencia de que um dia já foi negra. Tudo isso em um curtíssimo espaço de tempo. A grande questão, é que o próprio site e embalagem do Whitenicious não traz informações suficientes sobre o que há nessa tão poderosa formula, pelo contrário, o que foi divulgado, é que o creme é enriquecido com ingredientes naturais e que além do clareamento promovem a hidratação da região aplicada, apesar disso, os dermatologistas alegam, que ainda não há indícios que exista uma substancia tão potente e natural no nosso ecossistema. E que muito possivelmente a marca possuía agentes cancerígenos ou ilegais. Além disso, alguns usuários do produto, relataram o aparecimento de queimaduras, erupções cutâneas e escoriações permanentes desde o início do tratamento.
Todo ano a Apple lança um novo modelo de iPhone melhor e mais rápido. Pouco antes de um novo iPhone ser lançado, o que você já comprou costuma estar cada vez mais lento. Isso seria uma coincidência ou uma conspiração?
Produtos da Apple são anunciados e vendidos em ciclos, geralmente um novo modelo por ano para cada produto da marca. A maioria das pessoas gostaria de trocar de celular a cada dois ou três anos. Então, como a empresa faz para que os clientes resolvam trocar de celular mais cedo?
O Marketing e a publicidade ajudam bastante. Mas há quem diga que existe também um motivo obscuro para isso. Algumas pessoas cogitam a possibilidade da Apple induzir a comprar de novos produtos da marca ao tornar os seus aparelhos antigos inúteis?
De acordo com alguns viciados em celulares, os aparelhos da Apple são projetados para vender por pouco tempo e para se tornarem lentos quando novos modelos são lançados.
Obsolescência programada
A especulação sobre obsolência programada já existe há anos. E foi intensificada com um artigo de Catherine Rampell para o New York Times em 2013, em que a autora narra um caso em que seu celular se tornou extremamente lento justo quando outro modelo foi lançado. Ao procurar a assistência, descobriu que o conserto do celular ficaria mais caro do que adquiri um modelo novo.
A princípio, achei que fosse minha imaginação. Por volta do lançamento do iPhone 5s e do 5C, em setembro, notei que meu triste iPhone 4 ficava cada vez mais lento. A bateria também acabava muito mais rápido. E o mesmo parecia ocorrer com um monte de gente que, como eu, continuava a usar os produtos da Apple. Quando liguei para os técnicos, eles disseram que o novo sistema operacional (iOS 7) que estava disponível para os antigos usuários tornava modelos anteriores do iPhone insuportavelmente lentos. As baterias dos celulares da Apple, que têm um número finito de cargas, eram gastas pelo novo software. Me foi dada a opção de pagar US$ 80 dólares para trocar a bateria do meu celular antigo, ou gastar US$ 20 a mais para comprar um iPhone 5C. Parecia que a Apple me mandava uma mensagem não muito sutil para trocar o meu celular.
Mas esse não foi o único relato. Cinco anos antes, a Apple havia lançado o iOS 4, que oferecia novas funções como multitarefa e foco da câmera por toque. O que acabou tornando o iPhone 3G , um modelo muito popular que vendeu mais de um milhão de unidades só na semana de lançamento, obsoleto. Adam Frucci, do Gizmodo EUA, descreveu a situação pela qual passou:
Digitar se tornou quase impossível com o meu celular. A primeira letra que eu aperto levanta e assim fica, mesmo que eu continue a digitar. Depois de um tempo o restante das letras aparece, mas sem o retorno de que estou apertando os botões certos, o que, inevitavelmente, gera erros. Além disso, abrir aplicativos básicos ficou muito mais lento e o travamento deles também se tornou algo frequente. Tive que tentar três vezes abrir o painel de configurações depois da instalação, por exemplo. Carregar o álbum de fotos pode demorar até 10 segundos. Atualizar o Instapaper leva o dobro do tempo que costumava levar. Ocorre uma pausa toda vez que aperto o botão Home de dentro de um aplicativo, e quando ele finalmente fecha, a animação dos aplicativos retornando é estranha.
Além disso, evidências apontam que quando o iOS 7 foi lançado em 2013, muitos usuários acreditavam que seus celulares funcionavam melhor antes da atualização. Já quando o iOS 8 foi lançado, usuários documentaram como seus celulares eram mais rápidos com o iOS 7.
Um artigo do New York Times publicado em 2014 mostra que buscas no Google para “iphone lento” aumentam todo o ano, justamente quando a atualização destes dispositivos é realizada. Como pode ser observado no Google Trends, que aponta os picos dessas buscas:
Apesar das evidências, muita gente não concorda e defende a empresa. Rene Ritchie, editor do site iMore, repudiou as suspeitas de uma possível obsolescência planejada no iPhone, chamando-as de “sensacionalistas”, e dizendo que se tratava de uma campanha de “desinformação” feita por desinformados.
Os dois argumentos mais utilizados são que quebrar os iPhones de proposito é arriscado e faz perder clientes, e a lentidão é inevitável quando se continua a adicionar novas funções.
Christopher Mims afirmou que “Existe uma maneira de evitar obsolescência programada, você acreditando que ela seja intencional ou não. Uso produtos da Apple há cerca de 25 anos. E uma das primeiras coisas que aprendi foi: exceto por atualizações pequenas, não atualize o sistema operacional do hardware que você está usando”.