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Duelo com Ricardo Oliveira é a prova de fogo para defesa do São Paulo

Duelo com Ricardo Oliveira é a prova de fogo para defesa do São Paulo

Montagem Bruno, Lyanco, Edson Silva e Reinaldo, do São Paulo (Foto: Montagem sobre foto do saopaulofc.net)

Um dos fatores que fizeram o São Paulo voltar a crescer na temporada e a recuperar uma vaga no G-4 do Campeonato Brasileiro foi o desempenho do sistema defensivo que, na vitória sobre o Internacional, no último sábado, completou sua quarta partida sem ser vazado. A fase é boa, mas chegou a hora do maior desafio: enfrentar Ricardo Oliveira, o artilheiro do Campeonato Brasileiro, no clássico de quarta-feira na Vila Belmiro, contra o Santos. O camisa 9 do adversário já marcou 28 vezes na temporada, dos quais 15 vezes na competição nacional.

O desempenho da defesa são-paulina chama a atenção principalmente porque o técnico Juan Carlos Osorio perdeu muitos jogadores não só na zaga, mas como também no setor de proteção do meio-campo. Quatro atletas deixaram o clube: Rafael Toloi, Paulo Miranda e Souza foram negociados, enquanto Doria não teve seu empréstimo renovado.
Nos últimos jogos, a situação piorou ainda mais com as lesões sofridas por Lucão e Luiz Eduardo. O primeiro se machucou contra o Flamengo após levar uma pancada de Guerrero, enquanto o segundo sentiu um incômodo no joelho esquerdo após a partida contra a Ponte Preta. Para fechar a lista de problemas no setor, Rodrigo Caio foi convocado para a seleção brasileira olímpica, foi desfalque contra Joinville e Inter e não enfrentará o Santos.
Juan Carlos Osorio São Paulo (Foto: Site oficial do SPFC)
Sem alternativas, o treinador colombiano apostou em Lyanco e Edson Silva, que se juntaram aos laterais Bruno e Reinaldo. O primeiro, revelado na base de Cotia, havia disputado apenas 20 minutos de um jogo contra o Atlético-PR e foi para a fogueira. O que se viu nas quatro últimas partidas foi um time bem organizado, marcando bem e uma defesa que, quando colocava à prova, deu conta do recado. No gol, Renan Ribeiro tem substituído bem Rogério Ceni, também se recuperando de lesão muscular.
Em sua última entrevista coletiva, na noite de sábado passado, Juan Carlos Osorio previu um grande jogo contra Ricardo Oliveira e seus companheiros, que são considerados pelo treinador colombiano como o melhor ataque do futebol brasileiro.
– Creio que o Santos é o melhor time do Brasil jogando no ataque. Existem outros times como Grêmio, Corinthians, Palmeiras, mas jogam diferente. Santos joga como nós, atacando, e creio que vá sem um grande jogo – ressaltou,.
Para o lateral-direito Bruno, o São Paulo tem boas chances de vencer na quarta. 
– Ele (Ricardo Oliveira) tem muita qualidade, precisamos ter atenção o tempo todo. O sistema ofensivo do Santos é muito rápido e temos de encaixar um jeito de marcá-los. Mas, se repetirmos o bom papel dos últimos jogos, temos uma boa chance de sair com a vitória – disse o defensor.
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Com Dunga longe, seleção olímpica mostra nova cara contra a França

Com Dunga longe, seleção olímpica mostra nova cara contra a França

Rogério Micale Brasil sub-23 (Foto: Felipe Schmidt)
Desde que Dunga assumiu o comando da seleção olímpica, uma nova forma de trabalho foi estabelecida. Devido aos compromissos do treinador com o time principal, coube a Rogério Micale assumir a responsabilidade de preparar os meninos para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A divisão foi clara: Dunga definiria as diretrizes, e Micale as executaria. Mas, afinal de contas, quais foram as instruções? O que esperar da equipe que vai buscar a inédita medalha de ouro em pouco menos de um ano?
Uma resposta mais concreta será conhecida nesta terça-feira, quando o Brasil sub-23 enfrentará a França sub-21 no estádio MMArena, em Le Mans, às 16h (de Brasília) – o SporTV transmite o jogo ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real. Mas, a julgar pelos treinamentos na última semana, tanto em Paris quanto em Le Mans, é possível imaginar que veremos em campo uma seleção com estilo semelhante ao apresentado no Mundial Sub-20, quando o time comandado por Micale foi vice-campeão. 
Rogério Micale faz mistério. Diz apenas que, nas conversas com Dunga para definir a identidade da seleção olímpica, chegou a um consenso com o treinador. Por outro lado, recebeu liberdade para implantar seus conceitos na montagem da equipe. Caberá a Dunga, quando assumir de vez o time, fazer as alterações que julgar necessárias. A ideia é que o gaúcho receba um grupo acostumado a atuar com pressão no campo rival, linha alta de defesa e toque de bola. 
- O Dunga me deixou muito à vontade para implantar os conceitos em que acredito. Tivemos conversas em relação à forma que ele gosta de colocar o time em campo, e vou tentar adaptar algo dentro daquilo que conheço. Mas não vou fugir muito daquilo que faço. Há as particularidades de cada um, mas a gente tenta entrar num consenso para que o trabalho se desenvolva da melhor forma possível – explicou Micale. 
campinho seleção olímpica Brasil sub-23 (Foto: GloboEsporte.com)
Entre os jogadores que estiveram no Mundial Sub-20, a percepção é de que o trabalho realizado na Nova Zelândia está tendo continuidade nos treinos na França. Andreas Pereira, por exemplo, chegou a ser observado como titular na seleção olímpica e contou que o pedido de Micale foi para executar o mesmo que fez anteriormente. 
- O trabalho que nosso professor está tentando implantar é o mesmo da sub-20. Temos que continuar nesse trabalho, seguir em frente, para alcançar nosso objetivo. Ele falou para eu fazer o mesmo trabalho na sub-20, o que mostrei no Mundial – disse o meio-campista. 
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Twitter assina contrato com NFL para envio de vídeos e conteúdo diário

Twitter assina contrato com NFL para envio de vídeos e conteúdo diário


A NFL disse ter assinado uma parceira de multianual com o Twitter para enviar vídeos e outros conteúdos para os fãs da liga de futebol norte-americano diariamente.
O conteúdo, incluindo destaques dos jogos da pré-temporada por meio do Super Bowl 50, será distribuido pelo Twitter a partir do início da temporada 2015, disse a NFL em comunicado.
A parceria expande a já existente parceria de 2013 entre a liga de esporte e o microblog, e agora o Twitter terá acesso a mais conteúdo oficial da NFL do que no passado.
As ações do Twitter subiram 4 por cento nas negociações desta segunda-feira
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Sheik se arrepende de provocação ao Vasco: "Era direcionada ao presidente"

Sheik se arrepende de provocação ao Vasco: "Era direcionada ao presidente"

Wallace e Emerson Sheik - Flamengo (Foto: Fred Gomes)



Flamengo e Vasco se enfrentarão a partir da semana que vem pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Antes mesmo de o duelo ser sorteado a rivalidade entre os clubes estava bem apimentada devido à troca de provocações entre o rubro-negro Emerson Sheik e o presidente cruz-maltino Eurico Miranda. Nesta segunda-feira, o atacante flamenguista recuou.

Após o treinamento no Ninho do Urubu, Emerson, em entrevista coletiva concedida ao lado de Wallace, afirmou estar arrependido do texto que publicou nas redes sociais. Nele, dizia, entre outras alfinetadas, que a "casa do Vasco estava caindo". Referência ao momento difícil pelo qual o time de São Januário passa no Brasileirão, ocupando o penúltimo lugar.

- Fiquei um período para poder escrever aquilo, pensei muito bem antes de escrever, e eu em algum momento do texto falhei. O arrependimento é por ter falhado, sempre sou um cara muito polido no que falo e escrevo, a revisão existe sempre e acho que minha tristeza foi ter errado em envolver o torcedor vascaíno, talvez a instituição. A minha resposta era bem direcionada ao presidente do Vasco. Acho que acabei me perdendo um pouco, por isso, sim, me arrependo. Mas a resposta daria para ele certamente, como foi assim que fiz - disse Emerson.

A primeira partida entre os times acontecerá na semana que vem, quarta-feira (19), no Maracanã, às 22h. No dia 26, no mesmo horário e local, ocorre o confronto de volta.

Antes disso, o Flamengo terá dois jogos pelo Campeonato Brasileiro pela frente. o primeiro nesta quarta-feira, às 19h30, no Maracanã. Nesta partida, Guerrero vai desfalcar o Flamengo por estar suspenso com três cartões amarelos, todos foram por reclamações. Emerson saiu em defesa do parceiro de ataque e criticou a arbitragem.

- Ele tem motivos para reclamar. A arbitragem tem que ficar mais atenta, porque ele é o típico numero 9, que protege bem a bola. A arbitragem tem que ter uma leitura muito boa da maneira de ele jogar. Foi clara a agressividade por parte dos jogadores da Ponte Preta. Cabe ao árbitro evitar isso. Por pouco ele não teve uma lesão séria e grave no pescoço pela maneira que o atleta da Ponte o agrediu. O árbitro estava muito próximo do lance. Uma pena, e a gente torce para que os responsáveis possam se qualificar. Ninguém gosta de apanhar o tempo todo e não ver solução - prosseguiu.

Na atividade, quem treinou pela primeira vez com os companheiros foi o centroavante Kayke, ex-ABC e contratado no fim da semana passada. O atacante, se tiver regularizado na CBF, tem chances de ser relacionado por Cristóvão Borges, que ainda não revelou quem substituirá Guerrero na quarta-feira.

- O Guerrero vai fazer muita falta, ele segura dois, três ali na frente. O Cristóvao está estudando a melhor formação. Talvez outros jogadores não vão fazer o que o Guerrero faz, pelas características dele, mas temos jogadores de qualidade. 

Durante a longa coletiva, Sheik foi muito mais falante do que Wallace. Confira os tópicos abaixo:
Sheik, sobre a derrota contra a Ponte:

O futebol é meio maluco às vezes. Entendemos que fizemos partida excelente, criando muitas oportunidades. Teve bola na trave, bola que não entrou. No futebol diz-se que quem não faz leva. Ainda teve a dúvida se foi ou não escanteio (no gol) e confusão na área em que um atleta nosso foi nitidamente empurrado. Enfim, passou".

Sheik, com fé de ver o Fla no G-4 e revelando que Fla ainda busca contratações:
Acho que é um sonho do torcedor ver o Flamengo novamente na Libertadores. A diretoria vem investindo forte, assim como tem cumprido todas as obrigações. Adotou postura aparentemente diferente de todos os outros anos. Contratou jogadores de custo alto, fez manutenção do elenco e ainda vem tentando outras contratações, que é o que ouvi por aí há uns dias. Falo de G-4 desde o dia que cheguei aqui levando em consideração a grandeza do clube. Falei aqui que não via a equipe encaixada, porque se ganha dois ou três jogos, mas manter a regularidade em uma equipe que acabou de ser formada e com um treinador que está no clube há dois meses é muito difícil. Mas o Flamengo está no caminho certo, muito bem treinado. Uma derrota como a de ontem é possível que aconteça novamente, o que queremos é parar de oscilar tanto, ter uma sequência de cinco jogos sem derrotas. 

Por isso temos a certeza de brigar lá em cima.


Sheik, falando do comportamento de Guerrero, que recebeu três amarelos por reclamação:

Cara extremamente tranquilo, que chega a assustar de tão "paz e amor" que é. Pô, é sacanagem... Toda hora pancanda fora da bola, com um sol de 35 graus na cabeça, sangue fervendo. Aí vem uma, duas, três vezes? O cara se irrita, é do ser humano, passa do limite. Não o culpo, porque é difícil 
controlar isso, principalmente quando a coisa fica bem clara, como foi o lance do cartão amarelo.

Wallace, a respeito da seca de Guerrero, que não marca há três jogos:

Ele está calejado, tipo de cobrança normal, principalmente de vocês que analisam. O fato de ele não ter feito gols criou situação para que outros fizessem. Foi a primeira derrota dele. Futebol é assim. No próximo jogo, se fizer gol, a cobrança vai passar.

Wallace, afirmando que time está preparado para voltar a jogar quarta e domingo:

A torcida do Flamengo não vai pegar no pé. Vai nos apoiar. E estamos bem preparados fisicamente, porque nossa comissão técnica é muito competente para isso. Quem vai ganhar  com isso é nossa equipe, porque o time mudou muito. Precisamos jogar para nos conhecermos melhor. No treino não dá para conhecer o companheiro. Esse é o ponto positivo, e vamos pegando confianças com as vitórias.
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Arqueiro sem braços, americano tenta inspirar as pessoas: "Tudo é possível"

Arqueiro sem braços, americano tenta inspirar as pessoas: "Tudo é possível"

Matt Stutzman atira com os pés e foi ao pódio no Parapan (Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB)

A arquibancada de Toronto vibrava a cada vitória de Matt Stutzman no tiro com arco. Torcedores se impressionavam com o que viam: mesmo sem braços, o americano usava de sua técnica única para atirar usando pés e a boca e bater adversários com mãos ativas. Estrela das Paralimpíadas de Londres, em 2012, quando levou a prata, ele se firmou como um astro paralímpico sob a alcunha de “The Armless Archer”, o arqueiro sem braços. O famoso conquistou a prata do arco composto dos Jogos Parpan-Americanos nesta terça-feira e arrebatou, de quebra, mais uma legião de fãs para inspirar em sua missão de vida.
- O importante não é ser famoso, é inspirar pessoas.  As pessoas me veem atirando e pensam: “nossa, eu posso fazer algo assim”. Quero motivá-las a tentar fazer algo único. Isso só me faz atirar melhor. É muito legal como eu descobrir uma maneira de participar de um esporte em que se utilizam as mãos. Assim que vi isso descobri que eu poderia ser o melhor em alguma coisa. Mostrar que tudo é possível é a única razão por que as pessoas apoiam o que eu faço - disse Matt.
Quebrar as barreiras do impossível sempre foi a filosofia do americano. Sem explicação médica, ele nasceu sem braços, fato muito raro - pesquisas estimam que 1 a cada 350 mil crianças nasça assim. Os pais biológicos se assustaram com ideia de criar uma criança especial, e Matt foi adotado com apenas quatro meses de idade por Leon e Jean Stutzman. O casal deu liberdade para o garoto sem braços crescer livremente pela fazenda da família e aprender a lidar com a vida sem braços e sem tratamentos especiais.
- Nunca pensei: “por que eu?” Eu fui adotado por uma excelente família, que me criou de um jeito que nunca era: “coitado, pobre menino sem braços”. Cresci em uma fazenda, cuidava das vacas, dos porcos, fazia a minha parte. Eles não me trataram de uma maneira especial, eles me ensinaram a trabalhar duro pelo que eu queria. Sempre pensei que Deus não me deu braços, mas me deu a habilidade de atirar, de poder ter uma vida saudável, que eu chamo de vida livre de mãos. Aceitei o dom que Deus me deu - afirmou o americano, que consegue até dirigir em um carro adaptado, mas guiando o volante com o pé.
- Eu costumava usar o arco para colocar comida na mesa para a minha família, percebi que eu poderia ser melhor em colocar comida na minha mesa se eu começasse a atirar em alvos, acabou que fiquei muito bom nisso.Como parte da filosofia de ter uma vida ativa e socialmente integrada, Matt sempre esteve relacionado com o esporte. O tiro com arco entrou em sua vida a princípio fora do esporte. Ele gostava de acompanhar o pai Leon em caças a cervos, sempre usando arco e flecha, nada de armas de fogo.
Sem contar com ajuda na hora de colocar a flecha na corda, ou na hora de equilibrar o arco, Matt cresceu muito no tiro com arco desde que iniciou sua carreira internacional justamente nos Jogos Parapan-Americanos de 2011. Ele ficou na quarta colocação em Guadalajara, que serviu para quebrar o gelo antes de ganhar fama em Londres.
- Quatro anos atrás, foi o meu primeiro evento internacional, então eu não tinha ideia do que aconteceria, não sabia o que esperar. Acabei ficando na quarta colocação. Foi a primeira vez que estava atirando em um estádio como esse. Eu desmoronei (risos). Não consegui controlar meus nervos, todo mundo estava me olhando. Então aqui é uma redenção para mim - disse Matt, que perdeu a disputa do ouro diante do compatriota Andre Shelby, por 144 a 140 pontos.
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Dorival elogia Zé Love, mas esfria possível volta ao Santos

Dorival elogia Zé Love, mas esfria possível volta ao Santos

Dorival trabalhou com Zé Love em 2010, mas não se empolgou com possível retorno

O técnico Dorival Júnior praticamente descartou a possibilidade de contratação do atacante Zé Eduardo, o Zé Love, com quem trabalhou no próprio Santos em sua primeira passagem pelo clube, em 2010. O técnico disse gostar do jogador, que já admitiu publicamente estar negociando um possível retorno, mas não demonstrou empolgação alegando estar “satisfeito com o grupo” com que trabalha no clube.

"Falar em termos de possibilidade, evito, pois lançaram quase 30 nomes nesses 30 dias que estou no clube. Muita coisa foi ventilada, outras nem passaram perto. O Zé foi nosso jogador, gosto muito dele. Sempre foi de grupo e produziu naquele momento, mas você falar que pode, ou não, evito. Estou satisfeito com grupo que tenho. Estou trabalhando com eles, confio no rendimento da equipe", explicou o treinador.

A diretoria do Santos ainda trabalha internamente com uma lista de possibilidades remanescentes após o fechamento da janela para contratar jogadores do exterior. As principais necessidades discutidas são as chegadas de, pelo menos, um zagueiro e um volante. Para o setor ofensivo, o clube trouxe Leandro, emprestado pelo Palmeiras até dezembro.


O clube, recentemente, fracassou na contratação do centroavante Kayke, vice-artilheiro da Série B do Campeonato Brasileiro pelo ABC de Natal, com oito gols, que foi para o Flamengo. O jogador tinha a chegada avalizada pelo técnico Dorival Júnior.
Zé Love foi oferecido no clube por seu antigo empresário, Luiz Taveira, considerado influente nos bastidores, um dos responsáveis por intermediar a vinda do centroavante Ricardo Oliveira, agenciado por Augusto Castro..
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